- Quando lavo roupas dos meus filhos que moram fora e depois não sei o que é de quem, me sinto muito mal.
- Toda vez (toda vez MESMO) que o tempo esfria eu procuro mentalmente onde cada um está e se estão devidamente agasalhados.
- Toda vez que ouço uma ambulância eu repito pra mim mesma: "que nunca seja prum filho meu".
- Cada vez que vejo uma mãe com filhos pequenos catando papelão na rua e empurrando aquele carinho pesadíssimo (como acaba de acontecer) eu choro. Mas nesse caso eu sei porque. Só eu sei o quão tênue é a linha que me separa dela. E o choro é totalmente egoísta, pois não é por ela. É por mim.
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6 comentários:
chama-se compaixão, minha linda, e faz de nós mais humanos. pode chorar, mess.
bjo gd e forçaê
Eu confesso: sou igualzinha. E vou morrer velha perguntando pra duas mães de família: "O que você almoçou hoje?"
Já que você confessou, eu vou confessar também: sou igual, igual, igual.
Empatia. Sentir-se na pele do outro. Ser mãe: viver sem pele nenhuma.
eu.também.
só digo isso. já tive pesadelos horrorosos, além das crises de choro no meio da rua.
te amo, su.
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